Uma das perguntas mais comuns de quem pensa em comprar um apartamento em Martim de Sá é: "Como funciona o pagamento?". A boa notícia é que, nos empreendimentos na planta, o modelo mais utilizado é o pagamento direto com a construtora — sem banco, sem análise de crédito complicada durante a obra, e com condições muito mais flexíveis do que um financiamento tradicional.
Este guia explica passo a passo como funciona, quais são as etapas, o que esperar na entrega e como se preparar para esse investimento.
Nos empreendimentos em Martim de Sá que trabalhamos, o modelo padrão é:
Pode ser parcelada em até 12 vezes durante os primeiros meses após a assinatura. Não precisa ser paga de uma vez. Esse é o momento em que você reserva a unidade e garante o preço de lançamento.
O saldo restante (geralmente 70–80%) é dividido em parcelas mensais corrigidas pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção). As parcelas são proporcionais ao ritmo da obra — quanto mais avança, mais próximo está o momento da entrega e do financiamento final.
Com as chaves em mãos, você quita o saldo final — via financiamento bancário (Caixa, Bradesco, Santander, Itaú) ou pagamento à vista com desconto. Se optar pelo financiamento, é neste momento que o banco entra, já com o imóvel pronto como garantia.
Quando as chaves são entregues, quem ainda tem saldo a pagar geralmente faz um financiamento bancário. Neste momento, o imóvel já está construído e serve como garantia — o que facilita a aprovação e permite taxas mais favoráveis.
Os bancos mais usados são Caixa Econômica Federal (especialmente para quem usa FGTS), Bradesco, Itaú e Santander. O prazo padrão é de até 30 anos, com prestações que se encaixam na renda mensal do comprador.
💡 Dica importante: Se você planeja usar o imóvel para Airbnb, as parcelas do financiamento bancário podem ser parcialmente pagas com a própria renda de locação. Em muitos casos, o imóvel se autofinancia.
Não. A entrada geralmente pode ser parcelada em até 12 meses. O que você precisa no ato da assinatura é uma parte menor — que varia de acordo com o empreendimento. Posso te passar as condições exatas de cada um.
Algumas construtoras oferecem financiamento próprio pós-obra. E em muitos casos, quem não consegue crédito bancário tem a opção de vender o imóvel valorizado antes da entrega — embolsando o lucro da valorização sem precisar do financiamento.
Sim, se for o seu primeiro imóvel e você atender aos critérios da Caixa. O FGTS pode ser usado como parte da entrada ou para abater o saldo devedor na entrega.
Elas são corrigidas pelo INCC, que historicamente fica entre 5% e 8% ao ano. É uma correção moderada — bem inferior aos juros de um financiamento bancário convencional.
Posso te enviar uma simulação completa com entrada, parcelas durante a obra e saldo na entrega — personalizada para o empreendimento que mais combina com você.
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